quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Prazo médio de crédito para pessoa física aumenta 39 dias em um ano

O prazo médio do financiamento para pessoa física em janeiro deste ano ficou em 598 dias, 2 dias a menos frente aos contabilizados em dezembro do ano passado. Em relação a janeiro de 2011, quando o prazo médio era de 559 dias, houve um avanço de 39 dias.

Dados da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito, divulgada na última terça-feira (28) pelo Banco Central, mostraram ainda que, para a pessoa jurídica, o prazo médio avançou dos 395 dias em janeiro de 2011 para 405 dias no mês passado – alta de 10 dias. Na comparação com dezembro de 2011 (402 dias), houve alta de 3 dias.

Modalidades pessoa física

No caso do financiamento imobiliário, houve alta anual no prazo médio de 410 dias (de 4.323 para 4.733), entre janeiro de 2011 e de 2012. Já na comparação mensal houve recuo de 3 dias.

Com informações do Infomoney.
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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Estados podem investir R$ 40 bi


Os Estados conseguiram do governo Federal a autorização para contratar este ano, quase R$ 40 bilhões, em empréstimos para financiar investimentos em infraestrutura. O valor é semelhante aos R$ 42 bilhões, que serão aplicados diretamente pela União, em obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em 2012.

Os novos projetos fazem parte da estratégia da equipe da presidente Dilma Rousseff, de dar um impulso ao crescimento econômico este ano, amenizando os efeitos do corte de R$ 55 bilhões no Orçamento, anunciado em 15 de fevereiro. Com a ajuda desses investimentos, o governo Federal persegue uma taxa de crescimento econômico de 4,5%, em 2012, previsão bastante otimista se comparada com os 3,3%, previstos por economistas, em pesquisa semanal do Banco Central.

De outubro para cá, 20 Estados tiveram autorização para contrair empréstimos. A maior cota foi destinada para uma unidade federativa administrada pela oposição: São Paulo assegurou R$ 7 bilhões.

Compromisso

Os governadores foram autorizados a contrair novas dívidas porque conseguiram reduzir o tamanho do estoque do endividamento em relação à arrecadação anual. Nos anos 1990, quando os Estados estavam quebrados a ponto de não conseguir mais rolar suas dívidas junto ao mercado, eles foram socorridos pelo Tesouro Nacional, numa operação inspirada na forma de atuação do Fundo Monetário Internacional (FMI).

O governo Federal assumiu os débitos dos Estados junto ao mercado, mas em troca, os beneficiados se comprometeram com planos de longo prazo para ajustar suas contas. Um dos requisitos é reduzir a dívida ao equivalente a um ano de arrecadação líquida. Enquanto esse nível não é atingido, o Estado fica proibido de emitir títulos e só pode tomar empréstimos externos se a dívida estiver em trajetória descendente.

É o caso, por exemplo, de São Paulo. O governador Geraldo Alckmin disse que quando o Estado assinou contrato com o Tesouro Nacional, a dívida equivalia a 2,2 vezes a receita líquida anual Atualmente, está em 1,4 vez. "Estamos colhendo os frutos da responsabilidade fiscal", disse ele na ocasião.

Os demais Estados autorizados a endividar-se também se encaixaram nessa regra. A negociação de empréstimos externos foi facilitada também pelo fato de o governo federal haver antecipado o pagamento de parcelas da dívida com os organismos multilaterais de crédito.

O Banco Mundial, por exemplo, tem uma regra pela qual só pode ter operações em aberto de US$ 16,5 bilhões com cada país. Ao pagar antecipadamente, o governo federal abriu espaço para novas operações.

Foto: Alex Costa.
Com informações do jornal Diário do Nordeste.

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Ceará cresce duas vezes mais que o Brasil

A economia cearense cresceu duas vezes mais que a economia nacional no ano de 2011. Essa é a expressão do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR), divulgado pelo próprio BC.

O Ceará fechou o ano passado com alta de 6,1%, frente aos 2,79% do Brasil. O IBC-BR é considerado uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de valores de todos os bens e serviços gerados pelo País ou região - que é divulgado em meados de abril.

Segundo o economista e professor universitário, Henrique Marinho, o crescimento local é resultado do desempenho positivo em diversos aspectos, entre eles, a elevada atividade do comércio varejista; o movimento do turismo; o bom desempenho da agropecuária em 2011.

Além disso, Marinho credita o impulso às transferências de renda públicas. “Os benefícios à população dos programas sociais do Governo Federal e da elevação do salário mínimo que vem impulsionando a economia interna do Estado”.

O economista cita ainda os investimentos de infraestrutura do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), do Governo do Estado e, particularmente, das prefeituras de algumas cidades, inclusive Fortaleza. “Esses investimentos geram empregos, que geram demanda que geram maior crescimento da economia”, analisou Marinho.

Crescimento esperando para 2016

O Ceará vai apresentar um PIB de R$ 100 bilhões até 2016. O último resultado é de 2010, quando a geração de riquezas atingiu cerca de R$ 82 bilhões. Foi a primeira vez, em 50 anos, que o Estado ultrapassou os 2% de participação no PIB nacional, expôs o governador Cid Gomes em encontro com integrantes da Associação dos Jovens Empresário do Ceará (AJE-CE).

Com informações do jornal O Povo.

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quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Otimismo dos empresários da indústria aumenta em fevereiro

O otimismo dos empresários cresceu 0,9 ponto em fevereiro sobre janeiro, atingindo 58,2 pontos, segundo informou a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Mesmo com o ligeiro aumento em relação ao início do ano, o indicador está 3,4 pontos abaixo da pontuação de fevereiro de 2011 e 1 ponto abaixo da média histórica. Os dados do Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) foram divulgados na última sexta-feira, 17, pela entidade. O ICEI varia de 0 a 100 pontos. Acima de 50 pontos, há confiança do empresariado e, abaixo, pessimismo.

Na avaliação dos técnicos da CNI, o otimismo nos primeiros meses do ano é normal. Os destaques da pesquisa de fevereiro são as indústrias de transformação, extrativa e de construção civil.

Os industriais nordestinos são os mais otimistas, em comparação com os empresários das regiões Norte, Sudeste, Sul e Centro-Oeste. A CNI informou ainda que, mesmo com a queda 1,1 ponto no ICEI do Nordeste em relação a janeiro, a confiança dos industriais da região atingiu 61,7 pontos, considerado um indicador elevado.

A CNI informou ainda que, na avaliação das condições atuais da economia, mesmo com alta de 1,5 ponto em fevereiro (47,6 pontos) ante janeiro, os industriais continuam pessimistas. Sobre as condições atuais das empresas, o índice passou do pessimismo em janeiro (49,6 pontos) para a estabilidade em fevereiro (50,3 pontos). Já em relação às expectativas para a economia nos próximos seis meses, o índice subiu de 57,2 pontos em janeiro para 58,8 pontos em fevereiro, enquanto o indicador de perspectivas para o futuro das empresas cresceu de 64 pontos para 64,6 pontos no período.

O ICEI de fevereiro foi calculado com base em entrevistas feitas em 2.192 empresas entre 1º e 14 de fevereiro, das quais 773 de pequeno porte, 852 médias e 567 de grande porte.

Com informações da Agência Brasil.
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sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Decoração - Persianas lindas e sempre novas


Persiana: são assim chamadas aquelas cortinas formadas por lâminas presas por um cordão, que giram vertical ou horizontalmente.

As mais comuns são de alumínio e madeira. São boas para diminuir a luminosidade do ambiente e dar privacidade. Seu fechamento pode ser standart (com a cordinha para puxar e travar), monocontrole (com uma haste continua, que se gira para fechar) ou motorizado, ideal para quando a persiana é muito alta. Quanto maiores forem as lâminas da persiana, maior a passagem de luz e ar quando ela está aberta.

Manutenção das cortinas

Depois de alguns anos de uso, é comum essa cortina ficar manchada e encardida. Reverta o aspecto esfregando as pás com um pano embebido em álcool. Nos fios, aplique graxa líquida branca e, nos cordões, passe parafina.

Foto: Getty Images.
Com informações do portal M de Mulher.

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quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Investimentos vão crescer 10% neste ano

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem (14)que o contingenciamento ao Orçamento deste ano ainda não está pronto, mas garantiu que ele será suficiente para permitir o crescimento dos investimentos e o cumprimento da meta cheia de superávit primário - em torno de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Mantega afirmou que os investimentos vão crescer mais de 10% neste ano, ao mesmo tempo em que a economia brasileira terá expansão de 4,5%. Para aumentar "fortemente" o investimento esse ano, o ministro citou projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em que o governo pretende investir R$ 40 bilhões este ano. "Os projetos existem, o governo dará as condições financeiras e tributárias. Vamos dar uma grande dinamização ao investimento até 2014", disse o ministro. Ele destacou, porém, que o país tem um "desafio pela frente, que é nadar contra a corrente" da crise que abala a economia mundial.

"Enquanto os países estão desacelerando, inclusive alguns emergentes... o Brasil vai crescer mais do que em 2011", afirmou, após participar da reunião do Conselho Político com presidentes e líderes de partidos aliados, em Brasília e que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff. A estimativa é que a taxa de investimento atinja 20,8% do PIB neste ano.

Orçamento

O governo tem até o final desta semana para divulgar o valor do corte no Orçamento de 2012 e os novos parâmetros para a economia brasileira, como previsão de receita e despesas. Por enquanto, o Orçamento sancionado pela presidente Dilma em janeiro prevê um aumento de 5% do PIB neste ano, mas o Ministério da Fazenda já reduziu a projeção para 4,5%.

A ideia do ministério para os cortes, segundo fontes, é de um contingenciamento em torno de R$ 60 bilhões, ou um valor até inferior, para garantir crescimento, investimentos e o cumprimento da meta cheia de superávit primário. As discussões seguem sendo feitas pela equipe econômica, que chegará em breve a um número final. Mantega ressaltou também que o Congresso tem de ajudar na política fiscal, como fez em 2011, para evitar mais gastos de custeio.

Com informações do portal CBIC.
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terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

A Mendonça Aguiar investe na certificação e valorização de seus colaboradores


Em matéria publicada na "Revista da FIEC", na edição de janeiro de 2012, A Mendonça Aguiar foi destaque sobre a certificação de seus colaboradores através de parceria com o Senai.

O destaque é a autoestima

Diretor técnico da Construtora Mendonça Aguiar, Emirton Holanda Teófilo Filho ficou sabendo do Sistema de Certificação de Pessoas realizado pelo SENAI por meio do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Ceará (Sinduscon/CE), entidade à qual a empresa é filiada. Desde então, considerou a possibilidade de oferecer o serviço ao trabalhador da construtora, a fim de que, além do teste, fosse dada oportunidade ao profissional de aumentar a sua autoestima. Nesse sentido, Diz Emirton Holanda, o trabalho do SENAI se encaixa na diretriz da empresa de sempre valorizar e procurar oferecer ações que agreguem qualidade de vida ao trabalhador.

A Mendonça Aguiar está há 33 anos no mercado e tem profissionais com mais de 20 anos de casa. “Manter a equipe na empresa prova que valorizamos o profissional”, diz o diretor técnico. O engenheiro Caio César Andrade, responsável pela obra do Edifício Brisas do Parque, que está sendo construído nas proximidades da avenida Padre Antônio Tomás, considera que a certificação é importante porque o profissional, quando sabe que está sendo valorizado, se sente mais estimulado. Por outro lado, afirma Caio César, trata-se de um desafio para quem se submete ao teste, por ser o SENAI instituição de enorme responsabilidade.

Segundo ele, a empresa não obriga ninguém a se submeter ao processo de certificação, e os que aceitam participar recebem todo o apoio necessário. Hoje, começa a surgir nos trabalhadores que não quiseram participar uma certa “inveja positiva”, porque estão vendo os que passaram na avaliação conscientes de estarem desenvolvendo os processos de forma correta. No Brisas do Parque, são 71 pessoas trabalhando em edifício de 19 andares, sendo um por andar, com 210 metros quadrados. A construção teve início em novembro de 2009 e ficará pronto até o segundo semestre de 2012.

Ganho no currículo

Antônio Bandeira, de 41 anos, atualmente trabalhando na Construtora Mendonça Aguiar, é pedreiro há 18 anos. Ele afirma que aprendeu tudo na prática, mas considera importante o processo de avaliação pelo qual passou recentemente no SENAI. “Serve como um instrumento de reciclagem em relação aos processos que estamos adotando.” Segundo Bandeira, a certificação também representa um ganho para o trabalhador porque permite a melhora no currículo, já que ter a aprovação de uma instituição como o SENAI é um diferencial a mais no mercado de trabalho. No futuro, diz Bandeira, as empresas vão precisar cada vez mais de profissionais qualificados e a certificação será uma garantia de que estão no caminho certo. Para ele, a prova aplicada pelo SENAI não é tão difícil como poderia parecer, apesar de muitos profissionais, de início, terem receio. “Na verdade, já fazemos boa parte do que eles pedem nos testes. A diferença, para nós, é que a validação pelo SENAI é a certeza de que estamos fazendo bem e certo.”

Com informações da Revista FIEC.
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