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sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Taxa de juros para pessoa física é a menor desde 1995


A taxa de juros média geral para pessoa física apresentou redução de 0,01 ponto percentual em janeiro, passando 5,44% ao mês em dezembro, para 5,43% ao mês em janeiro, a menor desde 1995. Para pessoa jurídica, a taxa de juros média geral manteve-se estável em 3,07% ao mês, a mesma de dezembro, também a menor desde 1995. O levantamento é da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade.

Três das seis linhas de crédito para pessoas físicas pesquisadas mantiveram-se inalteradas em relação a dezembro: cartão de crédito rotativo (juro de 9,3%), empréstimo pessoal feito por bancos (2,93%) e empréstimo pessoal feito por financeiras (6,96%). Juros do comércio (4%) e cheque especial (7,77%) tiveram redução, respectivamente de 0,06 e 0,05 pontos percentuais.

Das três taxas de juros praticadas para as pessoas jurídicas, desconto de duplicatas (2,22%) manteve-se inalterada, conta garantida (5,55%) teve queda de 0,02 pontos percentuais, e capital de giro (1,45%) teve elevação de 0,04 ponto percentual.

A expectativa associação é que as taxas de juros voltem a ser reduzidas nos próximos meses "por conta da melhora da economia, pela maior competição no sistema financeiro - após os bancos públicos promoverem reduções em suas taxas de juros -, bem como a expectativa de redução dos índices de inadimplência".

Com informações do Jornal O Povo.

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Investimentos vão crescer 10% neste ano

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou ontem (14)que o contingenciamento ao Orçamento deste ano ainda não está pronto, mas garantiu que ele será suficiente para permitir o crescimento dos investimentos e o cumprimento da meta cheia de superávit primário - em torno de 3% do Produto Interno Bruto (PIB).

Mantega afirmou que os investimentos vão crescer mais de 10% neste ano, ao mesmo tempo em que a economia brasileira terá expansão de 4,5%. Para aumentar "fortemente" o investimento esse ano, o ministro citou projetos como o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), em que o governo pretende investir R$ 40 bilhões este ano. "Os projetos existem, o governo dará as condições financeiras e tributárias. Vamos dar uma grande dinamização ao investimento até 2014", disse o ministro. Ele destacou, porém, que o país tem um "desafio pela frente, que é nadar contra a corrente" da crise que abala a economia mundial.

"Enquanto os países estão desacelerando, inclusive alguns emergentes... o Brasil vai crescer mais do que em 2011", afirmou, após participar da reunião do Conselho Político com presidentes e líderes de partidos aliados, em Brasília e que contou com a presença da presidente Dilma Rousseff. A estimativa é que a taxa de investimento atinja 20,8% do PIB neste ano.

Orçamento

O governo tem até o final desta semana para divulgar o valor do corte no Orçamento de 2012 e os novos parâmetros para a economia brasileira, como previsão de receita e despesas. Por enquanto, o Orçamento sancionado pela presidente Dilma em janeiro prevê um aumento de 5% do PIB neste ano, mas o Ministério da Fazenda já reduziu a projeção para 4,5%.

A ideia do ministério para os cortes, segundo fontes, é de um contingenciamento em torno de R$ 60 bilhões, ou um valor até inferior, para garantir crescimento, investimentos e o cumprimento da meta cheia de superávit primário. As discussões seguem sendo feitas pela equipe econômica, que chegará em breve a um número final. Mantega ressaltou também que o Congresso tem de ajudar na política fiscal, como fez em 2011, para evitar mais gastos de custeio.

Com informações do portal CBIC.
Confira essa e outras informações: http://on.fb.me/A2f7de