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quarta-feira, 28 de novembro de 2012
Taxa básica de juros pode se manter estável
A expectativa da taxa básica de juros (Selic) no mercado é de que o Comitê de Política Monetária (Copom), com o colegiado de diretores do Banco Central (BC), mantenha o mesmo índice até o final do ano.
A reunião deverá avaliar o desempenho dos principais indicadores macroeconômicos nos últimos 45 dias, no Brasil e no exterior. A avaliação pode determinar uma correção de rumo na taxa Selic.
A taxa de juros pode se manter estável em 7,25% durante todo o próximo ano. Esse é o cenário mais esperado, segundo o vice-presidente da Associação Nacional dos Executivos de Finanças Administração e Contabilidade (Anefac), Miguel José Ribeiro de Oliveira.
O especialista disse que ainda haveria a possibilidade de reduzir as taxas este ano. “Pessoalmente creio que haveria condição de reduzir. Nossa economia ainda está em ponto morto.”
Duas etapas de reunião
A reunião do Copom ocorre em duas etapas, terça e quarta-feira, e ao fim da segunda etapa, depois do fechamento dos mercados, o BC emite nota sobre a decisão do colegiado. A informação sobre eventuais alterações na taxa Selic é aguardada com expectativa. O índice sofreu dez reduções seguidas de agosto do ano passado - quando estava em 12,5% ao ano - para cá.
Atualmente, com a taxa em 7,25% - o nível mais baixo da história do Copom, criado em junho de 1996 - a expectativa dos analistas financeiros é que o BC interromperá o processo de redução da Selic. Na semana passada, o presidente do BC, Alexandre Tombini, deu sinais nesse sentido.
Segundo ele, o Copom entendeu que "é preciso manter as condições monetárias estáveis por período suficientemente longo". Com isso, os analistas que há seis semanas apostam na manutenção da Selic no patamar atual, em curto e médio prazo, acreditam que a taxa deve permanecer em 7,25% durante todo o ano de 2013.
Com informações do Jornal O Povo.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
Construção civil: indicador do nível da atividade registra crescimento em março
O nível de atividade da construção civil apresentou crescimento em março, na comparação com fevereiro, segundo a Sondagem da Construção Civil realizada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria), CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção Civil), federações de indústria e sindicatos da construção civil e divulgada na última quinta-feira (26).
O indicador do nível de atividade marcou 51,5 pontos, o que representa uma alta de 2,1 pontos frente ao segundo mês de 2011.
Expectativas
Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 60,3 pontos para abril, índice 1,6 ponto menor do que o que era esperado para março. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.
O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 62,1 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 58,6 pontos, e das pequenas, com 57,8 pontos.
Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários tiveram diminuição do otimismo, com o indicador marcando 60,5 pontos em abril, contra 61,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (61,7 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 60,6 e 56,9 pontos, respectivamente.
Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, ele passou de 62 pontos em março para 58,8 pontos em abril. As grandes empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 59,8 pontos. As médias empresas marcaram 57,9 pontos e as pequenas, 57,7 pontos.
Com informações do portal InfoMoney.
Confira essa e outras informações: http://migre.me/8Rge9
O indicador do nível de atividade marcou 51,5 pontos, o que representa uma alta de 2,1 pontos frente ao segundo mês de 2011.
Expectativas
Com relação às expectativas para o futuro, a perspectiva de nível de atividade é de 60,3 pontos para abril, índice 1,6 ponto menor do que o que era esperado para março. O indicador varia de 0 a 100 pontos e valores acima de 50 pontos representam expectativa positiva dos empresários.
O otimismo é maior entre os empresários das grandes empresas, cujo indicador ficou em 62,1 pontos, seguidos pelos das médias empresas, com 58,6 pontos, e das pequenas, com 57,8 pontos.
Novos empreendimentos e serviços
Em relação aos novos empreendimentos e serviços, os empresários tiveram diminuição do otimismo, com o indicador marcando 60,5 pontos em abril, contra 61,1 pontos um mês antes. As empresas de grande porte são novamente as mais confiantes (61,7 pontos), enquanto as médias e pequenas registraram 60,6 e 56,9 pontos, respectivamente.
Quanto ao índice de compras de insumos e matérias-primas, ele passou de 62 pontos em março para 58,8 pontos em abril. As grandes empresas se destacam na expectativa de compra de insumos, com este indicador chegando a 59,8 pontos. As médias empresas marcaram 57,9 pontos e as pequenas, 57,7 pontos.
Com informações do portal InfoMoney.
Confira essa e outras informações: http://migre.me/8Rge9
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